Tua voz como um canto de sereia, chamando o meu nome, arrastam-me ao fundo de mim.
Não quero mergulhar em tuas ondas, nem voar sobre teu céu.
Quero fechar os abertos que a saudade continua a roubar de mim; o meu eu, no seu. Onde as lembranças se acumulam.
Não olhar pra trás, virar a página do diário guardado.
Sei que lá te encontro. Machuca, faz doer...
Dói esse moldar da alma, sem a parte que a completa
seu formato.
Sensibilidade! Não me acerte o alvo!
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